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Património Ambiental Natural
Património Ambiental Natural

Faúna Flora Meio Ambiente
Minerais Património Rios

 

Património Ambiental/Natural

Refere-se a um bem natural que, dado o seu valor em termos de biodiversidade, valor económico ou paisagístico, merece ser protegido pela sociedade.

É a inter-relação do homem com seus semelhantes e tudo o que o envolve, como o meio ambiente, fauna, flora, ar, minerais, rios, oceanos, e tudo o que eles contêm. Esses elementos estão em contacto com o homem, e acabam interagindo, e até mesmo interferindo no seu quotidiano. 

Um exemplo de património ambiental/natural é o eucalipto localizado em Contige, bem como a Orca de Forles localizada em Forles e ainda a Anta de cas-freiras.

São tambem "os caminhos para Santiago", percursos percorridos pelos peregrinos que afluem a Santiago de Compostela desde o século IX, Estes são chamados de peregrinos, do latim "per ægros", "aquele que atravessa os campos". Têm como seu símbolo uma concha, normalmente uma vieira designada localmente por "venera", costume que já vinha do tempo em que os povos ancestrais peregrinavam a Finisterra.

Os caminhos espalham-se por toda a Europa e vão entroncar aos caminhos espanhóis. Com excepção das várias vias do Caminho Português e da Via da Prata que igualmente cortava Portugal a nordeste, que têm origem a sul, e do Caminho Inglês que vinha do norte, a maior parte liga-se ao caminho francês por vir a pé ou a cavalo de leste, dando ao mesmo tempo aos que o conhecem a possibilidade de ver a natureza em todo o seu esplendor de animais selvagens, rios, cachoeiras, rica flora e montanhas, permeado de lendas e assombrações bem como as estradas romanas, ainda com vestígios em Sátão.

Muitas vezes as áreas que constituem património ambiental são protegidas dentro de parques nacionais e em outros lugares.

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Sobre o meio Ambiente/Natural
A riqueza da fauna deve à diversidade de ecossistemas que aqui se preservam, desde bosques, charcos, montanha, rios e prados. Passeando por estes espaços de intensa beleza natural podemos encontrar muitas espécies, ora comuns, ora raras ou até mesmo em vias de extinção.
Encontram-se nesta região, de lastro bastante frescal, árvores donairosas, sobretudo carvalhas e castanheiros.
 
Mas a rainha das árvores do concelho é o famoso “Eucalipto de Contige” à beira da Estrada Nacional 229, que liga Viseu ao Sátão, mede de Perímetro, a cerca de um palmo do solo, mais de doze metros e tem mais de cem anos.
 
É ditado pelo povo, que quem planta uma árvore não passa inútil pela vida.
No seu conjunto de altura, copa e perímetro junto ao solo, pode considerar-se, hoje, a maior árvore de Portugal.
Foi plantada quando se abriu a Estrada das Donárias e é monumento nacional. 
Anta de Forles Eucalipto de Contige Orca de Casfreires
Orca de Forles
Eucalipto Orca de Casfreires ??
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Sobre a Faúna

A riqueza da fauna deve à diversidade de ecossistemas que aqui se preservam, desde bosques, charcos, montanha, rios e prados. Passeando por estes espaços de intensa beleza natural podemos encontrar muitas espécies, ora comuns, ora raras ou até mesmo em vias de extinção.


No Centro de Portugal, a avifauna é um factor de extrema importância, pela diversidade de espécies que por cá habitam. Aceite o nosso desafio e venha avistar espécies como a cegonha-preta Ciconia nigra, o abutre-preto Aegypius monachus e a águia-real Aquila chrysaetos. Traga os seus binóculos e passeie pelo Parque Natural do Tejo Internacional, ZPE’s da Serra da Gardunha e a IBA da Serra de Penha Garcia e Campina de Toulões, áreas naturais ricas em recursos ornitológicos. Através de percursos pedestres por paisagens ímpares e caminhos ancestrais ou passeios de barco, poderá encontrar abutres, cegonhas negras, águias imperiais, grifos, abelharucos ou ainda avistar uma família de veados no seu habitat. A paisagem do Tejo Internacional tem um cariz dominantemente mediterrânico, onde predominam a azinheira Quercus rotundifolia, o sobreiro Quercus suber e o carrasco Quercus coccifera. Junto às linhas de água, as margens compõem-se com diversos exemplares de Sabugueiro Sambucus nigra, Sanguinho Frangula alnus, Salgueiro Salix salvifolia, Pilriteiro Crataegus monogyna, Amieiro Almus glutinosa, freixo Fraxinus augustifolia. Entre as espécies arbustivas, o predomínio recai sobre o rosmaninho, a giesta, o tojo e a carqueja.

 
Lince Lobo Lontra Raposa
Lince                    Lobo Lontra Raposa     
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Sobre a Flora
Local privilegiado para este fruto Castanheiro muito implantado neste Concelho Zona ideal para esta qualidade de maçã
Aveleira Castanheiro Maçãs Bravo esmolfe
Aveleira Castanheiro              Maça bravo esmolfe               topo
 Sobre Minas e Minerais

Vila Longa

Siga até ao largo da igreja matriz, onde pode deixar o carro e dirigir-se a pé até à Rua do Caleiro, ao encontro das sepulturas medievais.

Irá percorrer cerca de 600 metros de chão de terra batida, encontrando pequenos vestígios de calçada romana. No cimo da calçada, vire ligeiramente à direita e numa clareira irá encontrar uma das sepulturas medievais

Retornando ao largo, dirija-se novamente à entrada da aldeia. Vire à esquerda num pequeno caminho de terra batida, ao encontro da mina ainda em actividade, explorada pela Gralminas. Mineira Gralheira, Lda.

É imprescindível visitar as minas desactivadas. Para isso, volte ao início da aldeia e siga a estrada que vai no sentido Vacaria, Penalva do Castelo.

Encontrará um cenário de rara beleza proporcionada pelas escavações outrora feitas nas rochas.

zona mineira não activa, possuindo gruta no maciço rochoso mais imponente da freguesia, como vestígio particular da exploração de minerais nesse local.

Oferece magnífica panorâmica de toda a povoação, assim como dos campos agrícolas e vinhas na encosta SE da freguesia.


Entrada da mina em Vila Longa
                 
Minérios extraidos da mina em Vila Longa
   Prázio  Quartzo hialino  Quartzo leitoso
Prázio Quartzo hialino Quartzo leitoso
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Sobre os Rios

A ocupação humana no concelho de Sátão, que possui condições naturais privilegiadas, com um subsolo muito rico em matérias-primas e abundância de terrenos férteis e bem irrigados remonta a tempos imemoriais. A sua natureza topográfica, orográfica, abundância e fluidez de diversos cursos de água, cedo o tornaram palco de uma intensa fixação humana que, ao longo dos tempos, foi moldando a sua paisagem, quer a natural, quer a construída.

Rio Coja Rio Vouga

   

Ribeira Portuguesa com nascente junto da aldeia de Coja, a cerca de 3 km de Aguiar da Beira - freguesia e concelho.

Desagua na margem direita do Rio Dão, nos extremos dos limites da freguesia de Pindo, no concelho de Penalva do Castelo e da freguesia e concelho de Mangualde, após percorrer cerca de 25 km 

                Rio com origem Nasce na serra da Lapa,no seu percurso banha diversas localidades, algumas das quais têm o seu nome intimamente ligado ao rio, como se verifica nos topónimos,Pessegueiro do Vouga,Sernada do Vouga,Sever do Vouga,Macinhata do Vouga Vouga.

Para além destas povoações, e no sentido nascente-foz, o rio Vouga é fonte de riqueza e desenvolvimento de outras localidades, de que destacam Pinheiro de Aguiar da Beira, Vila Boa, Afonsim,Sátão,S. Pedro do Sul,Vouzela, Paradela,Segadães, Eirol, Lorais, S. João de Loure eAngeja.

Após um percurso de 136 quilómetros, desagua no oceano Atlântico através de um delta impropriamente designado por "ria de Aveiro". A área da sua bacia hidrográfica é de 3700 km2. O escoamento anual na foz do rio Vouga é, em média, de 1900 hm3. Estima-se que a bacia hidrográfica do rio Vouga apresente uma capacidade total de armazenamento de recursos hídricos de somente 1 hm3, em regime regularizado.O rio Vouga, designado por muitos como "o Nilo português", tem no seu curso três secções bem marcadas. Começa por ser um rio de planalto até S. Pedro do Sul; depois, corre entre zonas montanhosas, recebe a água de vários afluentes e passa num vale profundo com meandros encaixados - rio de montanha; finalmente, ao deixar o Maciço Antigo, o Vouga muda de aspeto, corre entre margens largas e baixas, descrevendo meandros com uma forte ação acumuladora - rio de planície.

Rio Sátão 

Sátão (Satão)
Foz do rio Satão
Comprimento 28.4 km
Nascente Romãs, Sátão
Altitude da nascente N/D m
Débito médio N/D m³/s
Foz rio Dão
Área da bacia 96 km²
Delta N/D
País(es) Portugal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O rio Sátão, Ribeira de Sátão ou Ribeira da Pena,1 é um rio de Portugal. Começa a formar-se junto da povoação de Rãs, numa zona granítica, pertencente à freguesia de Romãs, concelho de Sátão e Distrito de Viseu.

Após um percurso aproximado de 28.4 km,2 desagua na margem direita do Rio Dão, nas freguesias de Fragosela/Povolide, concelho de Viseu, num local que fica a cerca de 2 km a jusante da Barragem de Fagilde e com as coordenadas 40º38´01.23N 7º49´30.91W.

No seu percurso ladeia, na margem direita, as localidades de Lajes, a sede do concelho - Sátão, Vila Boa, Corvos a Nogueira, Santos Êvos e Pinheiro Bordalo. Na margem esquerda passa próximo de São Miguel de Vila Boa e Povoação.

A sua foz optou por desaguar no Dão por entre penedias e maciços graníticos esculpidos com rara beleza.

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